Wednesday, January 1, 2014

Perspectiva para o Ano Novo - Livre do Passado, Livre para o Futuro

 2013 NÃO FOI O MELHOR ANO PARA MIM. Enquanto eu vejo 2014 se aproximando (já chegou) eu já estava tremendo pelos desafios à frente. O sentimento de impotência, dúvidas e limitação estavam me fazendo sentir depressivo, preocupado, fraco, como se eu não tivesse nada para me apoiar mas as promessas. Isto é maravilhoso, mas ao mesmo tempo parece tão distante. Sim, sem esperança.
                Enquanto estava sentado na minha cama hoje a tarde, orando, e tentando segurar as lágrimas ao me sentir derrotado, eu escutava uma música de Steven Curtis Chapman, “Finish What He Started” (Concluir o que Ele Começou),



e eu fui movido às lágrimas e levado ao texto de Filipenses 1:6: “Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus.” Sim, Deus está trabalhando, mesmo se eu não estou vendo. Enquanto eu oensava sobre isto, a esperança começou a retornar para mim.

                A carta aos Filipenses é conhecida como a Carta da Alegria, porque é um dos livros da Bíblia que está cheio de referências à palavra alegria. Enquanto eu continuava lendo eu cheguei a um versículo bíblico de onde eu tirei uma pequena mensagem para meu pai que me pediu uma semana antes para enviar a seus clientes para o fim de ano. Filipenses 3:13b,14. Eu gostaria de compartilhar isto com você também.

Filipenses 3:13,14

“Mas uma cousa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.”

I – Não podemos ficar presos apenas ao passado (v.13 – “esquecendo-me das coisas que ficaram para trás...”)

a)- Existem momento marcantes no nosso passado que são difíceis de esquecer. Eventos e traumas que nos machucaram e que acabam por direcionar as nossas vidas. Pessoas que nos ofenderam e às quais não perdoamos; circunstâncias fora de nosso controle que tomaram bens e pessoas queridas nossas e nos fazem pensar sobre a injustiça da vida; decisões e atitudes que tomamos que machucaram e afastaram pessoas e que nos machucaram também.

b)- Mesmo os momentos bons do passado podem nos atrapalhar. Viver em um saudosismo de épocas passadas pode nos impedir de viver o hoje de modo saudável.

c)-  Temos que entender que esquecer das coisas que para trás ficam significa nos esquecermos de tudo o que nos distancia de Deus. Existem memórias, lembranças,  que podem nos separar de Deus. Estas coisas acabam se tornando algo tão grande em nossas mentes que acabam tomando a prioridade, o lugar que deveria ser de Deus. Temos que clamar a Deus que nos ajude a receber a cura das lembranças que produzem dor, desesperança, ressentimento, amargura, decepção, tristeza. E também pedir a Ele que nos ajude a perdoar e sermos perdoados para que possamos seguir com nossas vidas. Pedir a Deus que nos cure, e cure as nossas lembranças do passado.

d)- Temos que lembrar que Deus está conosco em todos os momento da vida, inclusive os mais infelizes e difíceis. Ge. 46:3,4 abaixo é um texto chave que traz esta realidade para mim. Em 2002/2003 minha família estava com grandes problemas na China que iam do financeiro ao emocional ao físico. Minha esposa estava pedindo para que voltássemos ao Brasil, e eu estava resistente, pois sentia que se fossemos ao Brasil não retornaríamos à China pelas questões financeiras (sem sustento). Um dia pela manhã, ao abrir o meu computador, um texto bíblico salta na tela: Ge. 46:3,4. Deus foi fiel à Sua palavra. Fomos ao Brasil receber a ajuda necessária e depois de 2 anos retornamos à China. Gênesis 46:3,4 diz: “Não tenha medo de descer ao Egito, porque lá farei de você uma grande nação. Eu mesmo descerei ao Egito com você e certamente o trarei de volta.” Não importa o tamanho do problema, Jesus garante sua presença constante conosco. Nisto eu sou puxado para a história de Sadraque, Mesaque e Abde-Nego (Daniel 3), na fornalha ardendo sete vezes mais do que o normal, onde o Anjo do Senhor estava com eles, passeando por entre as chamas. Eles não queimaram um fio de cabelo ou da roupa. Isaías 43:2 diz: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” Deus está conosco. EMANUEL. Deus Conosco. Deus em nós.

e)- Temos que tirar um tempo para avaliar a nossa vida, o nosso passado e ver o que funcionou e o que não funcionou. Tirar um tempo para definir o que precisamos manter e o que precisamos abandonar. Avaliar quais mudanças são necessárias para que possamos ter um futuro melhor. Pedro tinha planos de ser um pescador de peixes. Jesus o chama para ir às águas profundas, para ser impactado com um grande pesca, e ter suas expectativas de futuro alteradas. A partir de agora ele seria um pescador de homens. (Lucas 5:1-11).

II – Precisamos avançar (v.13 - “...e avançando para as que estão adiante...)

a)- Avançar fala de perspectiva, de visão, de futuro, de esperança. É o momento de olhar para frente, para aquilo que eu quero ver mudado em minha vida, para aquilo que eu quero conquistar, para as áreas de minha vida que eu preciso mudar para alcançar estas vitórias, quais decisões eu preciso tomar para alcançar a realização.

b)- Quais são as coisas que estão diante de mim? Quais são as visões que Deus está colocando diante de você? Fil. 3:20 fala da nossa cidadania que está nos céus. At. 2:25 fala do Senhor que está diante de mim. 2 Sm. 22:23 fala que os mandamentos do Senhor estão diante de mim. Sal. 26:3 dia que o amor do Senhor está sempre diante de mim. Os profetas várias vezes mencionam que diante deles eles viam algo. O que? Visões. Mas ao final temos que olhar para aquilo ou aquele que é realmente importante como lemos em Hb. 12:1,2 o texto diz: “corramos com perseverança a carreira que nos está proposta,olhando firmemente para Jesus, autor e consumador da nossa fé….” Jesus deve ser a nossa visão principal.

c)- Avançar fala de assumir compromissos e responsabilidades. Fala de deixarmos de nos isolar e agir como uma família. Fala de comunhão, serviço e ajuda. Fala de ministrar e participar. Fala de ver o melhor em mim e nos outros.

III – Defina alvos claros (v. 14 – “...prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.”)

a)- Tenha alvos claros. Defina alvos claros, mensuráveis. Neste 2014 peça a Deus e que te dê sabedoria, clareza, e direção sobre como desenvolver  estes alvos. Não gaste seus recursos, seu tempo, sua energia naquilo que não é prioridade. Corte a raiz dos problemas, e não as consequências dos problemas. “Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo e não luto como quem esmurra o ar.” I Cor. 9:26. Não ter alvos claros é como dar socos no ar. Não tem efeito algum.

b)- Se organize. Seja sistemático. Seja disciplinado. Eu convivo aqui na China com vários atletas, especialmente jogadores de futebol e jóqueis. Eu vejo o esforço diário de algum deles que acordam cedo, treinam firme, cuidam da dieta, se preparam para poder alcançar a linha de chegada em primeiro lugar e alcançar o prêmio. Paulo continua em I Cor. 9:27: “Subjugo o meu corpo, e o reduzo a escravidão….” Isto é disciplina, é determinação. Para vermos os nossos alvos alcançados precisamos perseverar e agir em disciplina (novamente temos que ter em mente o compromisso e a responsabilidade).

c)- A escola da vida é também a escola do quebrantamento. Este quebrantamento vem com um esforço intencional, pessoal e sacrificial. Davi precisou ser o líder de um bando de vagabundos, vagando pelo deserto, antes de se tornar o rei de Israel. Ele precisava aprender a lição da perseverança, da obediência, da disciplina sistemática. Precisamos ter nossos alvos claros para podermos chegar até eles. É muito fácil se perder no caos do dia-a-dia. Mas se tivermos as prioridades certas, claras, definidas, vamos continuamente ouvir do Senhor: “O caminho é este; siga-o.” (Isa. 30:21).

IV - Conclusão: Portanto, neste novo ano de 2014

a)- Se liberte das cadeias do passado, através do perdão, da oração, do confiar em Deus para a cura, do confiar em pessoas de confiança para te darem apoio e conselhos.

b)- Assuma a responsabilidade e o compromisso para ver as mudanças acontecerem, visando as boas coisas que Deus tem colocado diante de você para serem alcançadas.

c)- Defina alvos claros, mensuráveis, e trabalhe com disciplina e perseverança na escola do quebrantamento, em oração, para vê-los serem alcançados.

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.

Saturday, July 30, 2011

Amy, Anders e Sansão

Duas tragédias tomaram conta das notícias esta semana. Em uma nós tivemos a perda de um grande talento da música. Amy Winehouse veio a falecer em sua casa, em Londres, aparentemente vítima de um coquetel de drogas. Uma rebelde com uma voz maravilhosa, Amy foi notícia por provocar grandes escândalos por conta de seu alcoolismo crônico e uso de drogas, apresentado a ela por seu ex-marido, e algumas internações para reabilitação, mas sem sucesso. A falta de limites levou a melhor sobre Amy Winehouse. Agora restam suas músicas e, talvez, até alguns álbuns póstumos. Em uma das internações, como relatada em sua música “Rehab”, ela foi “salva” do centro de reabilitação pelo seu pai que dizia que ela estava bem e já estaria reabilitada. Será? Assista ao clip "Rehab"antes de prosseguir na leitura:


Em outra tragédia de proporções e impacto maiores temos Andres Behring Breivik que matou 86 pessoas, adolescentes na maioria, na Noruega e pode estar inclusive envolvido em um atentado a bomba ao escritório do primeiro-ministro da Noruega, em Oslo, onde mais sete vieram a falecer. Sendo descrito como um cristão fundamentalista é mais um exemplo da falta de atenção, carinho e limites que nossos adolescentes recebem. O que existe de cristão nele é questionável, e talvez ele esteja mais para sem fundamento ou base bíblica para poder ser descrito como um cristão fundamentalista, pois perdeu as linhas em que Jesus declara para amar o próximo, dar a sua vida pelo inimigo, etc.

Macau, onde eu vivo, passa por um momento crítico também quando ao redor de 70 pessoas, adolescentes na sua maioria, estão se suicidando a cada mês, de acordo com números oferecidos pelo governo. Isto é ao redor de duas a três pessoas por dia. A grande maioria por pressões escolares ou por dificuldades românticas. O que fazer?

Ao ler as notícias acima eu acabo me lembrando de Sansão e de como uma vida desregrada, sem limites, sem dar ouvidos aos conselhos dos pais ou outras pessoas mais sábias, e sem direcionar a vida por valores e princípios éticos e morais pode acabar por perder sua influência, sua força e terminar por encurtar a vida pela droga da vingança ou autopiedade.

Pelo que eu entendo da narrativa da vida de Sansão, a sua derrota e subsequente "vitória" foi um processo. Não creio que foi o cabelo sendo cortado que causou a perda da sua força, mas esta foi a última gota em um processo de desconsagração. Como nazireu Sansão estava obrigado a não realizar três coisas:
1-Não beber vinho; 2- Não comer coisa imunda; 3- Não cortar o cabelo. Isto está afirmado em Juízes 13:4,5 e reinterado no verso 14 (que aqui, incrivelmente, não cita o cabelo). Em números 6:2-7 ainda acrescenta que um nazireu não poderia se aproximar de um cadáver.

Eu entendo que Sansão fez justamente cada uma destas coisas que ele não podia fazer, em um movimento progressivo, culminando com o cabelo sendo raspado.
I- Em Jz. 14:5 diz que ele passa pelas vinhas de Timna (de acordo com o verso 6 seus pais não estavam juntos, ou seja, de alguma forma ele se distanciou de seus pais; no verso 8 diz que tinha que se apartar do caminho para chegar ao local onde ele foi atacado pelo leão). Ele não poderia nem comer a casca da uva, mas dá a impressão que ele se separa de seus pais para comer uvas escondido (minha visão, ok?). Até o surgimento do leão parece ser um alerta divino de que aquele era um terreno perigoso para ele. Portanto aqui ele quebrou o primeiro requerimento. Em Jz. 14:10 ele fez um banquete como era o costume dos jovens fazer (aqui está falando de cultura israelita ou filistéia? como o banquete ocorre em uma cidade filistéia eu creio que era um costume filisteu). Podemos concordar que havia bebida alcoólica na festa, e a maioria dos estudiosos concorda que seja este o caso, bem como se concorda que Sansão deva ter bebido também. E no capítulo 16, nas diversas vezes em que Sansão está no colo da Dalila dormindo, tem-se a impressão de alguém que está no sono que segue uma bebedeira.

2- Em Juízes14:8, 9 ele novamente sai do caminho e vai até o leão morto que tem um favo de mel dentro de si. Ele toma do favo de mel e come e dá para os pais, SEM LHES CONTAR DE ONDE O TIRARA. De acordo com a lei, tudo o que toca algo imundo se torna imundo. Tudo o que toca um cadáver é imundo. Ao comer do mel, Sansão está comendo algo imundo. Ele sabe disto, e por isto não conta aos pais de onde tirara o mel. Aqui ele quebra o segundo requerimento. Talvez até a queixada fresca de jumento (Jz. 15:15), já que se especifica que era fresca, deveria ser algo considerado imundo. Sansão queria a vitória às custas de sua consagração. Deitar com uma prostituta em Jz. 16:1, seria outro aspecto de se tornar imundo assim como casar com uma filistéia, ou se enamorar da filistéia Dalila pudesse, talvez, ser considerado como tal (incircuncisos).

3- Por último vem o cabelo. Sansão brinca com sua consagração e finalmente em Jz. 16:19,20, após revelar o seu segredo a Dalila (v. 17), o seu cabelo é cortado. Terminando o processo de perda da consagração.

Para mim, Sansão,como muitos crentes, considerava apenas o aspecto exterior da sua força. Enquanto mantivesse o seu cabelo longo, que era a expressão visível de sua consagração, ele seria forte. Mas era uma consagração vazia. Sansão tinha apenas a aparência da consagração, mas sem comunhão. Muito boa se considerarmos a imagem pública que ele possuia, mas a natureza vazia desta consagração iria se tornar evidente. Em Jz.16:20 diz que o Senhor se tinha retirado dele.

A sua força retornar após o cabelo crescer não é o que realmente aconteceu. Sansão vem de um período de solitude, solidão, isolamento. Ele foi humilhado e está mais humilde. Provavelmente estava comendo o mínimo possível, “se” estivessem lhe dando algo para comer. É dito que o seu cabelo voltou a crescer de novo após ter sido rapado, mas não diz que foi isto que resultou na força de Sansão. O que acontece é que ele volta a estar dentro dos requerimentos da consagração do nazirenato. O cabelo fica evidente devido a sua visibilidade, mas a força de Sansão retorna realmente quando ele clama ao Senhor.

A própria narrativa da vida de Sansão parece sugerir que ele não era forte o tempo todo, mas que o Espírito de Deus vinha sobre ele em determinados momentos lhe garantindo uma força sem explicação (Jz. 14:6, 19; 15:14). Ele mesmo não deveria ser uma pessoa de aparência forte, de outra maneira porque os filisteus estariam atrás do segredo de sua força (Jz. 16:5)? Portanto o cabelo era mais como um símbolo de sua força.

Deus não disse que Sansão perderia a sua força se ele tivesse os seus cabelos cortados. Na verdade em nenhum lugar na história de Sansão vê-se qualquer menção da força dele estar ligado aos seus cabelos, a não ser quando o próprio Sansão relaciona a sua força com o cabelo. Quando o anjo aparece à mulher de Manoá ele descreve a lista de coisas que Sansão não deveria fazer devido ao fato de ser um nazireu (Jz. 13:4,5), separado para Deus e não porque ele seria forte se fizesse. Tanto é verdade que quando ela vai contar ao marido e repete o que o anjo disse, ela não menciona o cabelo (Jz. 13:7). Para reforçar isto quando o anjo aparece a Manoá ele também não menciona o fato de que ele não deveria cortar o cabelo, enfatizando mais o fato de que ele não deveria comer nenhum produto da videira, beber vinho ou bebida fermentada e comer nada impuro (Jz. 13:14). Portanto a impressão é de que o cabelo era mais um aspecto necessário do voto de nazireu do que a raiz da força de Sansão. Deus nunca disse que não cortar o cabelo faria Sansão ser forte. Pelo contrário, quando o anjo fala para a mulher de Manoá, ele diz apenas que ele (Sansão) iria "iniciar" a libertação de Israel das mãos dos filisteus (Jz. 13:5c). Mais tarde fala apenas que o menino cresceu e Deus o abençoou e o Espírito do Senhor começou a agir nele (Jz. 13:24,25). E várias vezes vemos que quando alguma coisa está para acontecer, é o Espírito, e não o cabelo, que manifesta na vida de Sansão dando-lhe a vitória (Jz. 14:6, 19; 15:14).
Só vamos ouvir falar de cabelo de novo quando Sansão relaciona o segredo de sua força aos seus cabelos em Jz. 16.

É Sansão que atribui o segredo de sua força aos cabelos, mas ele nunca menciona os outros requerimentos, que foram repetidos pelos seus pais, apesar de dizer que ele é um nazireu. Para ele o voto de nazireu estava vinculado apenas ao cabelo, o que não é o caso. Ele é quem diz que o segredo de sua força é o cabelo. Deus nunca disse. Mas após haver quebrado todos os outros requerimentos, o cabelo é o único elo ao seu nazireado. Quando seu cabelo é rapado, a consequência é que a sua força se vai, o Senhor o deixou (Jz. 16:20). O cabelo se torna apenas um elo exterior do que era a sua consagração. Sansão não cuidou do aspecto interior da sua consagração. Sansão limitou a sua consagração ao cabelo, e ela era muito mais do que isto. A celebração dos filisteus era pela vitória sobre Sansão (Jz. 16:23). Apesar do cabelo começar a crescer de novo, não havia tempo hábil para ele ter o seu cabelo longo como era antes, pois o texto dá a impressão da festa ter ocorrido logo em seguida à derrota de Sansão. Ele mesmo não menciona o cabelo. O que ele faz é clamar a Deus e ter uma grande vitória sobre os seus inimigos, com cabelo ou sem, mas com Deus ao seu lado.

A vitória veio, mas às custas de sua vida. Foi válida? Difícil dizer uma vez que os Filisteus continuaram a dominar Israel durante o reinado de Saul e Davi. Sua vida poderia ser mais impactante e sua liderança mais influente, mas a falta de limites e autodisciplina fez Sansão perder a visão do propósito de Deus para a sua vida. Que possamos parar para ouvir a sabedoria das pessoas ao nosso redor, prestar atenção e valorizar os atributos dos nossos adolescentes e estar presente como cobertura espiritual e de autoridade para as suas vidas a fim de que possam aprender não a serem controlados e manipulados ou egoístas e mesquinhos, mas, sim, como tomar decisões saudáveis e responsáveis e agir em generosidade e amor.

Tuesday, January 25, 2011

Absence/Ausência

Estive na China em Dezembro e lá sites como facebook,youtube e até este de blog são bloqueados. Vários sites são de difícil acesso. Por esta razão houve a nossa ausência nos blogs. Com isto muito do nosso trabalho ficou atrasado e este mês de janeiro estamos tentando pôr as coisas em dia. Em breve estaremos voltando a postar novos blogs.

I was in China on December and sites like facebook, youtube, and even this one for blogging are blocked there. Many other sites are of difficult access there. That's why we were absent. Much of our work was delayed, and this month we are trying to put things on the right track again. Soon we will go back to put new posts.

Tuesday, December 7, 2010

Reality Through the Eyes of Other People

I have been reflecting a lot during these days about the reality of other people. I’ve read, watched, and heard several facts leading me to think: “What if it was me?” I just finished reading a post (Carta à minha aluna, Elisabete “Letter to my student, Elisabeth”) at the blog "Escrever é Transgredir" (“To Write is to Infringe”) (http://escreveretransgredir.blogspot.com/) that led me to think deeply about this. How many times are we blind to the reality and perspectives of other people? How many time do we think that our reality and perspectives are the only right ones?

I am reading a book by Stephen Hawking and Leonard Mlodinov, The Grand Design, that deals with Quantum Physics, a new theory on alternative histories (all the possible alternatives that could have happened, in Quantum Physics they actually happen, happened and will happen) and some other theories. But one aspect the authors bring very clear is the fact of reality maybe not be the reality. They say that I may be looking at a Picture, a moment, a circumstance and interpret it in a different way from someone else that is looking at the same Picture, moment and circumstances. See that I am not talking about the truth, as many people considered it to be relative nowadays (what is not totally wrong because in certain aspects it can be), but without considering that exist a Truth that is absolute and nothing can change her or touch her. Even when one says the truth is relative he/she is turning this statement into an absolute truth, because they would never give up this remark.

Yesterday night I was watching the news and saw a story of an Indian girl who was deceived to go to Hong Kong under the promise of marriage, but as she got there she became a Bride-slave of the “supposed” groom to be. The “groom” works at the government and brought her to Hong Kong under a work visa, in spite of declaring her to be his wife, in spite of never marrying her, in spite of having received the dowry from her family in India and promising to marry her. She was beaten, raped, locked inside his apartment... until she found a way to escape and go to the Police to file a complaint of kidnapping and abuse. The police answer? No proof enough to investigate the case. Only after some human rights organizations came to the picture is that answers started to show up. What if it was me, my son, or my sister?

This week the president of Brazil has officially recognized the Palestine Authority and its territory, joining 100 other nations that have done so. This led to a criticism made for the State of Israel, and for sure, many other Christians. I love Israel, I have Jewish relatives, I am a Christian who loves the Bible and want to see the prophecies been fulfilled. In spite of these, I though the president did well. Why? It’s our duty to defend the peace and the right to life for all. This includes the Palestinians. The Psalm 122:6 says that we should pray for the Peace of Jerusalem, not that we should force the fulfilling of the prophecies. We should pray and prophecy and seek the peace. God will cause the Scriptures to be fulfilled doesn’t matter if we are in favor or against them. What if it was me? Or what if it was in Brazil or your home country? What if they said you have no rights to citizenship, place for living, locomotion, education, etc? I will continue to pray for the peace of Israel and to defend this peace, but I will continue to pray for the peace of the Palestinians too, and for the peace of the Afghans, Iraqis, Americans, Pakistanis, Koreans, etc. Many times our prayers will have to be followed by practical decisions. Many times I will be the answer to my own prayers. So? How is going to be?

Two weeks ago I heard Pr. Silas Zdrojewski, from the Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular de Curitiba (First Foursquare Gospel Church of Curitiba) (http://www.primeiraieq.com.br/), declaring the following statement about something that is missing in many Christians: “Our life need to be coherent to our prayers... The prayer must be an expression of our hearts... The prayer will have more authority by asking for the Kingdom (of God) and living according to the laws of this Kingdom”. How many times we pray selfish prayers according to our selfish perspectives of the reality? How many times we put ourselves inside the lives of other people before we take our decisions?

May we take off the glasses limiting us to our selfish vision of the world, and begin to use lens that may open our eyes to the reality of our neighbors so that we can give a fitting answer to the needs around us and pray the right prayers to the circumstances presenting themselves. Many people want to be prophets and kings; few are those willing to take the towel and the basin to wash others’ feet. May we too seek to have a servant’s eyes.

Realidade nos Olhos dos Outros

Estou muito reflexivo estes dias com a realidade dos outros. Li, assisti , ouvi diversos fatos que me levam a pensar: "E se fosse eu?" Acabei de ler um post (Carta à minha aluna, Elisabete) no blog "Escrever é Transgredir" (http://escreveretransgredir.blogspot.com/) que me levou a pensar nisto mais fundo. Quantas vezes estamos cegos para a realidade e perspectivas dos outros? Quantos vezes achamos que apenas a nossa realidade e perspectiva é a única correta.

Estou lendo o livro de Stephen Hawking e Leonard Mlodinov, The Grand Design, que ainda não foi publicado no Brasil, que trata sobre Física Quântica, e uma nova teoria sobre a histórias alternativas ( todas as possíveis alternativas que poderiam ter acontecido, em Física Quântica, na verdade, acontecem, aconteceram e acontecerão) e outras novas teorias. Mas um aspecto que os autores deixam bem claro é o fato de que a realidade talvez não seja a realidade. Que eu posso estar vendo um quadro, um momento, uma circunstância e interpretá-lo de maneira totalmente diferente de outra pessoa que observas o mesmo quadro, momento e circunstâncias. Observe que não estou falando sobre a verdade, que muitos hoje consideram como relativa (o que não é totalmente errado pois em determinados momento ela pode ser relativa), mas sem considerar que existe uma Verdade que é absoluta e nada pode mudá-la ou mexer nela. O próprio fato de dizer que a verdade é relativa é uma verdade absoluta pois a maioria das pessoas não abrem mão desta declaração.

Ontem a noite estava assistindo o jornal e vi a história de uma moça indiana que foi enganada a ir para Hong Kong na promessa de casamento e ali chegando se tornou escrava da família do "suposto" noivo, que trabalha no governo e que a trouxe com visto de trabalho para Hong Kong, apesar de declarar que ela é a sua esposa, apesar de nunca terem se casado, apesar de ter recebido o dote da família dela na Índia. Ela foi espancada, abusada sexualmente, trancada dentro de casa... até o dia que conseguiu escapar e dar queixa na polícia de seu suposto sequestro e abuso. Resposta da polícia? Não há indícios suficientes para investigar o caso. Só após grupos de direitos humanos entrarem em cena é que algumas respostas começam a surgir. E se fosse eu, ou meu filho, ou minha irmã?

Esta semana o presidente do Brasil reconheceu a legalidade do Estado Palestino, se juntando a outros 100 países que já o fizeram. Isto levou à crítica do governo de Israel, e com certeza de muitos cristãos. Eu amo Israel, tenho parentes judeus, sou cristão que ama a Bíblia e que quer ver as profecias serem cumpridas. Apesar disto eu acho que o presidente fez bem. Por que? É o nosso dever como cristão defender a paz e o direito à vida a quem quer que seja. Isto inclue os palestinos. O salmo 122:6 diz que devemos orar pela paz de Jerusalém, não que devemos forçar o cumprimento das profecias. Devemos orar e profetizar e buscar a paz. Deus vai fazer as Escrituras se cumprirem independente de nossos esforços a favor ou contra. E se fosse eu? E se fosse no Brasil ou no seu país de origem? Se dissessem que você não tem direito a cidadania, moradia, locomoção, educação, etc? Vou continuar a orar pela paz de Israel e defender esta paz, mas vou continuar a orar pela paz dos palestinos também. Pela paz dos afegãos, dos iraquianos, dos americanos, dos paquistaneses, dos coreanos, etc. Muitas vezes a oração vai ter que ser seguida por decisões práticas. Muitas vezes eu vou ser resposta às minhas próprias orações. E então? Como vai ser?

Duas semanas atrás eu ouvi do Pr. Silas Zdrojewski, da Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular de Curitiba (www.primeiraieq.com.br), uma declaração que está fazendo falta para muitos que se dizem cristãos: "Nossa vida precisa ser coerente com nossas orações... A oração deve ser uma expressão do coração... A oração terá mais autoridade pedindo o Reino (de Deus) e vivendo de acordo com as leis deste Reino". Quantas vezes oramos orações egoístas dentro das nossas perspectivas de realidade egoístas? Quantas vezes nos colocamos dentro da vida dos outros antes de tomarmos decisões?

Que possamos tirar os nossos óculos limitados à nossa visão de mundo egoísta, e passar a usar lentes que abram os nossos olhos para a realidade do nosso próximo para darmos uma resposta adequada às necessidades ao nosso redor e podermos orarmos de maneira adequada às circunstâncias que nos apresentam. Muitos querem ser profetas e reis, poucos estão dispostos a pegar a toalha e a bacia para lavar os pés dos outros. Que possamos buscar ter olhos de servos.

Thursday, December 2, 2010

"Too Busy"

I received this in my e-mail. So true!

Satan called a worldwide convention of demons.

In his opening address he said, "We can't keep Christians from going to church.""We can't keep them from reading their Bibles and knowing the truth...."

"We can't even keep them from forming an intimate relationship with Their SAVIOR."

"Once they gain that connection with JESUS, our power over them is Broken."

"So let them go to their churches; let them have their covered dish dinners, BUT steal their time, so they don't have time to develop arelationship With JESUS CHRIST.."

"This is what I want you to do," said the devil:"Distract them from gaining hold of their SAVIOR and maintaining that Vital connection throughout their day!"

"How shall we do this?" his demons shouted.

"Keep them busy in the non-essentials of life and invent innumerable Schemes to occupy their minds," he answered....

"Tempt them to spend, spend, spend, and borrow, borrow, borrow."

"Persuade the wives to go to work for long hours and the husbands to work 6-7 days each week, 10-12 hours a day, so they can afford their empty Lifestyles."

"Keep them from spending time with their children."
"As their families fragment, soon, their homes will offer no escape from The pressures of work!"

"Over-stimulate their minds so that they cannot hear that still, small voice.""Entice them to play the radio or I-Pod whenever they drive." To Keep the TV, DVDs, CDs and their PCs going constantly in their home and see To it that every store and restaurant in the world plays non-biblical musicConstantly."

"Let them play Lil Farm, Farmville and other Facebook games in their computer the whole day so that their time got consumed in that activity alone"

"This will jam their minds and break that union with CHRIST."

"Fill the coffee tables with magazines and newspapers."

"Pound their minds with the news 24 hours a day."

"Invade their driving moments with billboards."

"Flood their mailboxes with junk mail, mail order catalogs, sweepstakes, and Every kind of newsletter and promotional offering free products, services And false hopes."

"Keep skinny, beautiful models on the magazines and TV so their husbands Will believe that outward beauty is what's important, and they'll Become dissatisfied with their wives. "

"Keep the wives too tired to love their husbands at night." "Give them headaches too! ""If they don't give their husbands the love they need, they will begin to Look elsewhere.""That will fragment their families quickly!"

"Give them Santa Claus to distract them from teaching their children the Real meaning of Christmas.."

"Give them an Easter bunny so they won't talk about HIS resurrection And power over sin and death..."

"Even in their recreation, let them be excessive.""Have them return from their recreation exhausted."

"Keep them too busy to go out in nature and reflect on GOD'S creation. Send them to amusement parks, sporting events, plays, concerts, and movies Instead."

"Keep them busy, busy, busy!"

"And when they meet for spiritual fellowship, involve them in gossip and Small talk so that they leave with troubled consciences. "

"Crowd their lives with so many good causes they have no time to seek Power from JESUS."

"Soon they will be working in their own strength, sacrificing their health And family for the good of the cause."

"It will work!" "It will work!" It was quite a plan!

The demons went eagerly to their assignments causing Christians everywhere To get busier & more rushed, going here & there.

Having little time for their GOD or their families.Having no time to tell others about the power of JESUS to change lives.

I guess the question is, has the devil been successful in his schemes? You be the judge!!!!!

Does "BUSY" mean: B-eing U-nder S-atan's Y-oke?Please pass this on, if you aren't too BUSY!

Sunday, November 21, 2010

Efeitos da Unidade (Parte 5 de 5)

Resultado da Unidade (verso 3b): “Ali, ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre”.

Além de todos estes efeitos e seus diferentes aspectos, cabe ainda ressaltar que existe uma benção especial que é ordenada somente onde existe a unidade. A unidade deixa de ser um conceito, uma nomenclatura, mesmo uma atitude, para se tornar em um ambiente, uma atmosfera, um local de habitação constante. E é neste local que Deus ordena a benção. A palavra não especifica qual é esta benção, mas parece que este substantivo é inclusivo de todas as bênçãos. Se quisermos ver uma lista completa das bênçãos temos que voltar a Dt. 28:1-14. Tu serás abençoado na cidade e no campo, os teus filhos serão abençoados, o seu trabalho será abençoado, aonde fores será abençoado, os inimigos fugirão de ti, serás próspero, terás autoridade.

E ainda acrescenta que neste ambiente é onde a vida é ordenada, significando um avivar, um reavivar, um renovar, uma manutenção da vida, todos estes sendo significados incluídos da palavra vida no seu original hebraico. Esta vida se transforma na vida em abundância que recebemos na nossa unidade espiritual confessada em Jesus (Jo. 10:10).

Conclusão:
A unidade é um desejo de Jesus para nós os seus discípulos. Foi a oração dele ao Pai (Jo. 17:20-23). Por que? Porque através da nossa unidade o mundo vai crer que Jesus foi enviado por Deus para a redenção do homem (v. 21); experimentaremos uma glória que é transmitida por Jesus constantemente para que alcancemos mais e mais da unidade (v.22); seremos aperfeiçoados (v.23); o mundo conhecerá o amor do Pai por nós e por Jesus (v.23).

E também deve ser o objetivo do cristão para o amadurecimento, como relata Efésios 4:11-16, em que a razão de Jesus conceder dons ministeriais à igreja (v. 11), é para o aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço e para a edificação do corpo de Cristo (v.12), para que possamos chegar à unidade da fé com o conhecimento do filho de Deus, alcançando a estatura de varão perfeito de Cristo (v.13), sem sermos enganados por tudo que é doutrina estranha e pelas artimanhas do homem (v. 14). Assim sendo, nós, a Igreja, seremos um corpo bem ajustado e estruturado, e efetuaremos o nosso próprio aumento para sermos completamente edificados em amor (v.16), sempre seguindo a verdade em amor para podemos crescer em Jesus, que é a cabeça (v.15). Ou seja, os efeitos pacificador, santificador e multiplicador sempre estão presentes quando o assunto se trata de unidade.

Finalmente, a unidade não é algo para ser buscado apenas na igreja, mas deve ser buscada na igreja do nosso coração, na igreja do nosso lar, na nossa igreja local, entre as igrejas de nossa denominação, entre as denominações, e por último, mas não menos importante, através do nosso esforço em alcançarmos os perdidos através da Evangelização e Missões e de nosso relacionamento desinteressado com o mundo perdido. Por meio disto veremos os efeitos e resultados sendo alcançados a níveis individuais e corporativos.

Friday, November 19, 2010

The Effects of Unity (Part 4 of 5)

III. The Multiplying Effect (verse 3a): “It is as if the dew of Hermon were falling on Mount Zion.”

Unity is divine. It doesn’t originates from men (even though we should seek its life in our midst), but it has its origin in God. The dew comes from high above to down below. It comes from the sky towards the ground. Unity, in the same way, comes from God towards our lives and the Church.

The region of the Hermon is a fertile region and rich in vegetation. The specialists say that in deed there is a layer of dew that comes down from the Hermon mount, taken by the wind that waters the region around. It is clear that the description of dew reaching the Mount Zion (Jerusalem) is a hyperboles, an exaggeration, because Jerusalem is far from the Hermon a long distance, but the author’s reason here is to describe the point of prosperity and fertility (Genesis 27:28; Zechariah 8:12). And such is the power of this symbol that the devil tries to pervert it to become part of the cult of worship to Baal who was believed to be responsible for all the fertility and prosperity in the land. That’s was God’s reason, in the time of Elijah, to start a drought that remained three years and a half so that, through the prophesying of Elijah, to expose the false god of fertility.

What this represents for us today, as Church, is that beside all the fertility and material prosperity aspects (in all areas) liberated by unity, as we can see in the beginning of the church when they would share their possessions and nobody among them would suffer need (Acts 4:34,35), God, through unity, causes many conversions and multitudes to get closer to Himself (Acts 2:44-47). This gives start to a true ecclesiastic growth movement in amount of people, highlighted by the number of people in the vigor of their strength, desiring to present themselves before God in a voluntary way, dressed in clothes of worship, at the moment of the first glimpse of light (availability) (Psalm 110:3).

Os Efeitos da Unidade (Parte 4 de 5)

III. Efeito Multiplicador (verso 3a): “É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião”.

A unidade é divina. Ela não é proveniente de homens (embora devamos buscar a sua vida em nosso meio), mas tem sua origem em Deus. O orvalho vem do alto para baixo. Vem do céu em direção à terra. A unidade, da mesma maneira, vem de Deus em direção as nossas vidas e à Igreja.

A região do Hermom é uma região muito fértil e rica em vegetação. Os estudiosos dizem que realmente desce uma camada de orvalho do monte Hermom, levada pelo vento e rega toda a região ao redor. É claro que a descrição do orvalho alcançando os montes de Sião (Jerusalém) é uma hipérbole, um exagero, pois Jerusalém dista muito do Hermom, mas a razão do autor aqui é descrever o ponto de prosperidade e fertilidade que o orvalho causava, pois na Bíblia o orvalho é um símbolo de prosperidade e fertilidade (Gn. 27:28; Zc. 8:12). E tal é o poder deste símbolo que o diabo tentou desvirtuá-lo para ser parte do culto de adoração a Baal que, acreditava-se, era responsável por toda a fertilidade e prosperidade na terra, razão de Deus, no tempo de Elias, ter deflagrado uma seca de três anos e meio para deste modo, através de uma profecia de Elias expor o falso deus da fertilidade.

O que isto representa para nós hoje, como Igreja, é que, além de todo o aspecto de prosperidade material e fertilidade (em todas as áreas) que a unidade libera, que podemos ver claramente no início da igreja quando repartiam os seus bens e ninguém dentre eles passava por necessidade (At. 4:34,35), Deus, através da unidade, faz com que aconteça conversões e multidões se acheguem a Deus (Atos 2:44-47). Isto faz com que ocorra um verdadeiro movimento de crescimento eclesiástico em quantidade de pessoas, que se destaca por serem pessoas no vigor da sua força, com desejo de se apresentar diante de Deus de modo voluntário, com trajes de adoração, no momento do primeiro vislumbrar de luz (disponibilidade) (Sl. 110:3).

Wednesday, November 17, 2010

The Effects of Unity (Part 3 of 5)

II. The Sanctifying Effect (verse 2): “It is like precious oil poured on the head, running down on the beard, running down on Aaron's beard, down upon the collar of his robes.”

The aspect we want to highlight here is that unity is holy and causes the church to become holy. The analogy used in this verse refers to the sacred anointing oil. This oil was made according to the prescriptions given by God to consecrate the Tabernacle and its utensils as well as the priests. Apart from these things and people, no one else could make personal use of the oil. The result was that everything the oil touched would become holy (Exodus 30:23-33). So, when unity comes over the church, it touches the church, everything the church possesses, as well as its leaders and people and sanctify them.

The unity brings a separation (sanctification) to minister (to serve) or for the ministry (service). There is no ministry apart from the church. The ministration done by “brothers” with no bond to a church has no anointing. It is not sanctified. Aaron only got to start ministering as High Priest, and his sons as priests, when they were anointed with the anointing oil (Leviticus 8). There is no “Lone Ranger” in the Kingdom of God, there is only a holy “army”, led by sanctified, consecrated, anointed leaders who live and enjoy an environment of unity.

And the sanctifying effect has a diffusive (propagating) action. The oil runs down from the head, spreading to the rest of the body. What we get from this is that unity causes the anointing to be propagated. It’s from a few to the whole. It’s from the leader to the followers (here reaching a personal perspective). And this diffusive, propagating effect has three spheres of action. It’s from God to the saints; it’s from the saints to the saints; and it’s from the saints to the sinners (in an evangelistic action). So, unity is not static, but it is in a continuous movement of propagation.

Os Efeitos da Unidade (Parte 3 de 5)

II. Efeito Santificador (verso 2): “É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes.”

O aspecto que queremos destacar aqui é que a Unidade é Santa e torna a igreja santa. A analogia que é feita neste verso é referente ao óleo da consagração. Este óleo era feito segundo as prescrições de Deus para consagrar o Tabernáculo e seus utensílios, bem como os sacerdotes. Fora estas coisas, ninguém podia fazer uso pessoal dele.O resultado era que tudo o que o óleo tocava se tornava santo (Ex. 30:23-33). Portanto, quando a unidade vem sobre a igreja, ela toca a igreja, tudo o que a igreja possui, bem como os seus líderes e membros, e os santifica.

A unidade traz uma separação (santificação) para o ministrar ou ministério. Não existe ministério à parte da Igreja. A ministração feita por “irmãos” sem vínculo algum com uma igreja não possui unção. Não é santificada. Arão só pôde começar a ministrar como Sumo-sacerdote, e seus filhos como sacerdotes, quando eles foram ungidos com o óleo da unção (Lv. 8). Não existem “cavaleiros solitários” no Reino de Deus, existe apenas um “exército” santo, liderado por líderes santificados, consagrados, ungidos, que vivem e desfrutam de um ambiente de unidade.

E o efeito santificador tem uma ação difusiva (propagadora). O óleo vai da cabeça escorrendo para o resto do corpo. Ou seja, a unidade faz com que a unção se propague. É de uns poucos para o todo. É do líder para os liderados (aqui abrangendo uma perspectiva pessoal). E este efeito difusivo, propagador possui três esferas. É de Deus para os santos; é dos santos para os santos; e é dos santos para os pecadores (numa ação evangelística). Portanto, a unidade não é estática, mas está em contínuo movimento de propagação.

Tuesday, November 16, 2010

The Effects of Unity (Part 2 of 5)

The psalm 133 presents to us at least 3 effects unity has over our lives and ministries:

I. The Peacemaking Effect (verse 1): “How good and pleasant it is when brothers live together in unity!”

The first aspect to be considered of this effect is that unity is generated by and in the Holy Spirit in our lives. Why do I say this? First because it is good when brothers live in unity. Goodness is one of the fruit of the Spirit (Galatians 5:22). The word goodness in Greek is “agathosune” and, different of what many think, this word doesn’t mean to act or be good to others, but it means “to do what is right”. To act or be good according to the concept we normally have is related to other fruit of the Spirit: kindness or gentleness (Gr. Chrestostes) which brings the meaning of the aspect of goodness in action, the gentleness to others, or even generosity.

For example, there is a new student (Peter) at the school and he feels totally out of place as the other children won’t play with him. Charles is a Christian kid, and he knows that God doesn’t show favoritism, and it’s not cool what the other kids are doing. So Charles goes and invites Peter to play ball with him. Peter smiling accepts it and there go the two of them. Charles acted with kindness or gentleness to Peter. Now let us say that one day Peter doesn’t do his homework and, worried, asks Charles to allow him to copy his homework. But Charles knows that this is wrong and tells him that he can’t do that. Later, at the school, Peter has to stay in class during recess to finish his homework. So Charles goes to the teacher and asks her if he can help Peter to do his homework. As she allows it, Charles spends the recess helping Peter. In this situation Charles acted with goodness towards Peter. If he had allowed Peter to copy his homework he would have done something wrong, and this would not be “goodness”.

The reason of being for “goodness” is to achieve excellence. In the New Testament there is another Greek word for goodness, “arete”, meaning virtue or excellence (mainly in a more moral aspect). It appears in 2 Peter 1:5 as a foundational associated prerequisite for one to reach the agape love. This means that we do not have the conditions, in terms of moral excellence or virtue, apart of the Holy Spirit.

And in second place, the bible refers to unity as something originated from the Holy Spirit. Ephesians 4:3 “...being diligent to preserve the unity of the Spirit in the bond of peace;…” 1 Corinthians 12:13 “For by one Spirit we were all baptized into one body…”.

Another aspect of this effect is the reaching point of unity. It is pleasant to whom? Who is pleased by it? The answer can be found in Romans 14:17-19 where we can see that in living a life of pursuit of the things of peace and the building up of one another (meaning unity), in a service act to Christ done in justice, peace and joy in the Holy Spirit, we do please God, others and ourselves.

What results does this bring? It generates the end of conflicts. Otherwise, how could we be called brothers? This term, brothers, reminds us of Genesis 13:8, when there was a conflict between Abram’s shepherds and Lot’s shepherds. The answer of Abram was “Please let there be no strife between you and me … for we are brothers” where we see brothers seeking a mediation to keep peace. It isn’t at random that Paul says that we have a ministry of reconciliation. It does not only reach the non-Christians for reconciliation through conversion, but even the Christians for reconciliation through unity. Finally, the phrase “living together” in this verse (Heb. yashab) comes from the context of two people sitting together or dwelling together. This means that unity is not something that happens only once, when we quit in case of failure or someone’s faults, but, on the contrary, it is a continuous process.

Efeitos da Unidade (Parte 2 de 5)

O Salmo 133 nos apresenta pelo menos três efeitos que a unidade tem sobre as nossas vidas e ministérios:

I. Efeito Pacificador (verso 1): “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!”

O primeiro aspecto deste efeito a ser considerado é que a unidade é algo originada pelo e no Espírito Santo em nossas vidas. Por que eu digo isto? Primeiro porque é bom os irmãos viverem unidos. A bondade é um dos frutos do Espírito Santo (Gl. 5:22). A palavra bondade no grego é “agathosune” e, diferente do que muitos pensam, esta palavra não quer dizer agir em ou com bondade para com os outros, mas sim quer dizer “fazer o que é certo”. Fazer o bem ou agir com bondade, segundo o conceito brasileiro de ser bom, está relacionado com outro fruto do Espírito que é a benignidade (gr. chrestotes) que significa justamente o aspecto da bondade em ação, a amabilidade para com os outros ou mesmo a generosidade.

Por exemplo, chega um novo aluno (Pedro) na escola e ele está totalmente deslocado, e as outras crianças não querem brincar com ele. Charles é um garoto cristão, e ele sabe que Deus não faz acepção de pessoas, e não é legal o que as outras crianças estão fazendo, então Charles vai e convida Pedro para jogar bola junto com ele. Pedro todo sorridente aceita e lá vão eles. Charles agiu com benignidade para com Pedro. Agora vamos dizer que um dia o Pedro não faz a lição de casa, e todo preocupado ele pede para o Charles para copiar a tarefa dele, mas Charles sabe que isto é errado e diz-lhe que não poderá fazer isto. Mais tarde na escola, Pedro tem que ficar no recreio fazendo a tarefa, e então Charles vai até a professora e pergunta a ela se pode ajudá-lo na tarefa. Com o consentimento dela, Charles então gasta o recreio dele ajudando Pedro. Nesta situação Charles agiu em bondade com Pedro. Se ele tivesse emprestado a sua tarefa para ele copiá-la então teria feito algo errado, e isto não seria “bondade”.

E a razão de ser da “bondade” é a excelência. No Novo Testamento existe outra palavra grega para bondade que é a palavra “arete” que significa virtude ou excelência (principalmente num aspecto mais moral). Ela aparece em 2 Pd. 1:5 como um dos requisitos associados de base para se alcançar o amor ágape. Ou seja, nós não temos condições de termos uma excelência moral ou virtuosidade à parte do Espírito Santo.

E em segundo lugar a bíblia se refere à unidade como algo proveniente do Espírito Santo. Ef. 4:3 “...esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;...” 1 Co. 12:13 “Pois em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo...”.

Outro aspecto deste efeito é o do alcance da unidade. Ela é agradável a quem? Quem se agrada dela? A resposta se encontra em Romanos 14:17-19 onde vemos que vivendo uma vida de seguir as coisas da paz e as coisas da edificação mútua (ou seja, unidade) num serviço a Cristo feito em justiça, paz e alegria no Espírito Santo, nós agradamos a Deus e agradamos aos outros, bem como agradamos a nós mesmos.

O que isto gera? Gera o fim dos conflitos. Por que, de outro modo, como poderíamos ser chamados irmãos? Este termo irmãos nos remete a Gênesis 13:8, quando houve um conflito entre os pastores de Abrão e os de Ló. A resposta de Abrão foi “Não haja contenda entre mim e ti ... porque somos irmãos” ou seja, nós vemos aqui que os irmãos buscam uma mediação para manter a paz. Não é a toa que Paulo diz que temos um ministério de reconciliação. Ele não alcança apenas os não cristão para uma reconciliação através da conversão, mas até mesmo os cristãos para uma reconciliação através da unidade. Por fim a palavra “unidos” neste versículo (heb. yachad) vem de um contexto de duas pessoas que se sentam juntas ou habitam juntas. Isto quer dizer que a unidade não é algo que acontece uma única vez, em que não damos mais espaço caso haja falhas, mas, ao contrário, é um processo contínuo.

Monday, November 15, 2010

The Effects of Unity or The Chosen Place to Receive a Blessing (Part 1 of 5)

Unity has been a very used word in the evangelical circles, but very worn out at the same time, because churches, denominations, pastors, leaders, missionaries, etc., that make use of the nomenclature or concept, teach about its immediate benefits once (and only if) you are inside the body of ministration (benefits that do happen, of course), but with little results in truly getting united to the Body of Christ, even considering that only a few of the members of the Body of Christ should actually be part of the Body. As I heard once from an American pastor, from a very well-known around the world denomination, when we asked him to unite with us in an event for the distribution of bibles from door-to-door (S.O.S. Macau project: a bible for each family of Macau) in the former Portuguese territory of Macau, in China, that would end with a special service with representatives of all evangelical denominations in town: “Unhappily, I can’t! How could I go up to the altar together with pastors of so many churches that do not believe like I do. I would be a hypocrite by been there and, besides, this would bring confusion to the members of my church!” This means that unity has find no practical application inside the church. The church has not clothed herself fully in this concept.

This theme is of such importance that we can see a tendency towards this even in the world. What to say about the ecumenism that tries to unite all the religions to a religious life of respect and sharing; or the world globalization; or the common markets; etc.? They are ways that have been manifested to express unity. And this brings up another issue: that in which unity can be used to good as well as to evil. We can see this in the story of Babel tower, when the humanity joined together to reach the heavens, settling in one place only, contrary to the order divine order to multiply and populate the earth: the Cultural Mandate (Genesis 9:1,7). This statement of God warns us to the effects unity may bring: “If as one people speaking the same language they have begun to do this, then nothing they plan to do will be impossible for them.” (Genesis 11:6). For this reason God confused humanity’s language, so that they could spread and populate earth, instead of settle in one place only, in open rebellion against God. So, as we can see, the problem has nothing to do with the tower that was only a monument to show man’s independence of God. It has to do with man’s disobedience to the cultural mandate given by God to populate and rule over the earth. Thus, what we can see here is that when we become one, a huge synergetic power is released that causes us to achieve results that would otherwise be impossible to achieve, a power that can accomplish as much good as evil.

I believe there is no better passage to study about the effects of unity, in an individual and corporative level, than Psalm 133. This psalm, written by David, was probablywritten in the context of when David was anointed king over all of Israel, giving end to a period of division in the kingdom (2 Samuel 5:1-5), what brought a time of peace, sanctification and prosperity to Israel. These benefits remained until the end of the ruling of Salomon, when Israel was divided into two kingdoms (1 Kings 12:16-20): the northern kingdom (Israel) and the southern kingdom (Judah).

Efeitos da Unidade ou O Lugar Escolhido para Receber a Benção (Parte 1 de 5)

A unidade tem sido uma palavra muito usada nos meios evangélicos, mas ao mesmo tempo muito desgastada, pois igrejas, denominações, pastores, líderes, missionários, etc., que se utilizam desta nomenclatura ou conceito, ensinam sobre os seus benefícios imediatos dentro, apenas, do seu corpo de ministração (benefício que, é claro, acontece), mas têm obtido poucos resultados em verdadeiramente se unir com o Corpo de Cristo achando que apenas alguns dos membros do Corpo de Cristo deveriam ser verdadeiramente o Corpo. Como ouvi de um pastor americano de uma denominação muito conceituada mundialmente, quando lhe pedimos a se unir conosco em um evento de distribuição de bíblias de casa em casa (projeto S.O.S. Macau: uma bíblia para cada família de Macau) no ex-território português na China conhecido como Macau, que culminaria, ao final do projeto, em um culto no qual todas as denominações evangélicas da cidade estariam representadas não apenas pelos membros de tais igrejas, mas na importante figura de seus pastores: “Infelizmente não posso! Como subiria eu ao púlpito junto com tantos pastores de tantas igrejas que não crêem como eu. Eu seria hipócrita de estar ali e, além do mais, isto traria confusão para os membros da minha igreja!” Ou seja, a unidade não tem encontrado aplicação prática dentro da Igreja. A Igreja ainda não se revestiu plenamente deste conceito.

Este tema é de tal importância que até mesmo no mundo já estamos vendo uma tendência em direção a isto. O que falar, por exemplo, do ecumenismo que tenta unir todas as religiões a uma vida religiosa de respeito e compartilhamento; ou da globalização mundial; ou dos mercados comuns; etc? São formas que têm se manifestado para expressar a unidade. E isto traz a tona outro ponto: o de que a unidade pode ser utilizada tanto para o bem como para o mal. Vemos isto na história da torre de Babel, quando o ser humano se uniu para construir uma torre para alcançar o céu, se fixando em apenas um lugar, contrariando a ordem divina de se multiplicar e povoar a terra: o Mandato Cultural (Gn. 9:1,7). A afirmação de Deus deve nos alertar para os efeitos que a unidade pode trazer: “Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrições para tudo que intentam fazer” (Gn. 11:6). Por esta razão Deus confundiu a linguagem do homem, para que ele se espalhasse e povoasse a terra, ao invés de se concentrar em apenas um lugar, em rebeldia aberta contra Deus. Ou seja, não tem nada a ver com a torre, que é apenas um monumento para demonstrar a sua independência de Deus, mas tem a ver com a desobediência do homem quanto ao mandato cultural dado por Deus de popular e dominar a terra. Portanto, o que vemos aqui é que quando nos tornamos um, é desprendido um enorme poder sinergético que faz com que alcancemos resultados de outra forma impossíveis de serem alcançados, para realizar tanto o bem quanto o mal.

Creio que não há melhor passagem da Bíblia para estudar sobre os efeitos da unidade, a nível individual e corporativo, do que o Salmo 133. Este salmo, escrito por Davi, provavelmente foi escrito dentro do contexto de quando Davi foi ungido rei sobre todo o Israel, acabando assim, com um período de divisão no reino (2 Sm. 5:1-5), o que trouxe um período de paz, santificação e prosperidade a Israel, benefícios tais que perduraram até o fim do reinado de Salomão, encontrando o seu término quando Israel se dividiu em dois reinos (1 Rs. 12:16-20): o do norte (Israel) e o do sul (Judá).

Thursday, November 4, 2010

Nobel and the Widow

You all may be aware that this year (2010) the Nobel Peace Prize was given to the professor, literary critic and human rights activist Liu Xiaobo. Liu Xiaobo is Chinese and was arrested on June 23rd 2009, and sentenced in December 25th 209 to 11 years of imprisonment due to his participation in the writing of the Charter 08. He was charged as inciting subversion of state power. What is the Charter 08? It’s a document, a manifest, signed by intellectuals and human rights activists from several levels and professions plus 8 thousand other people, that requests political reform and democratization in China. This year Liu Xiaobo was awarded the Nobel Peace Prize for “his long and non-violent struggle for fundamental human rights in China”, according to the Norway Nobel Committee.

I believe China will open up for democratization and political reform. It won’t be today or tomorrow, but I think it is already happening. Indeed, it’s deceiving to call China a communist or even socialist country nowadays. You can verify this by walking in the streets of China. There are no signs of communism there. Actually, you can see a wild capitalism taking control of the Chinese’s soul, with no prepare for the changes, with no limits, with no ethics. The Chinese try to copy the model used in the west that “appears” to be working, not noticing there was a whole social, historic, religious, philosophic process to be where we are today and not realizing that at the same time we goods for consumption, money to acquire them, and the progress and technology to process them, we are losing our soul, we are losing our relationships, we are losing the world where we live, and we are dying spiritually. Yes, there was and there is consequences to the way we live our lives in the west.

How could we define China? China today is a nationalist capitalistic nation with glimpses of socialism. It is nationalist because that’s something the government got to instill into the population: the pride of being Chinese, to be proud of China as a nation, to be proud of its history and culture. The Chinese, before, were always trying to flee of China to escape an authoritarian regime, leaving to come back no more. Today they leave China for some years, raise a small fortune and come back again to China, because there is no better place to live than China. So, China will open up, and is already opening, to profound changes in the political and governmental picture. Patience is a virtue in China. The great example of what they don’t want to become, in terms of political and economic opening, is Russia where the socialism ended suddenly and caused the country to break and be controlled by the mafia bosses and big corporations. No, China doesn’t want or need this. The opening will happen and, maybe, this will take 10 years, 20 years. It doesn’t matter. We will get there. But this doesn’t mean that we have to quiet ourselves to the injustices. NO! We have to denounce them as to eradicate them. No only denounce them, but we have also to act with action of solidarity and justice in a movement of love and transformation for the different areas of society.

Jesus, once, together with His disciples and a large crowd that followed Him, was going to a town called Nain. As they got close to the city gates they met a procession coming out of the city: the funeral of a young man. He was the only son of a widow. When Jesus saw the young man’s mother he felt compassion for her, told her not to cry, stopped the procession, and told the dead young man to get up. The young man got up and Jesus gave him back to his mother. The crowd praised God declaring that a great prophet appeared in Israel and that God had come to save His people. This passage is recorded in Luke 7:11-17.

The name Nain means beauty, and Nain was really a very beautiful town surrounded by a greenish valley. Maybe that’s the reason why Jesus was going there, to appreciate the natural beauty of that place, for some holidays, to rest for a while, or, maybe, because He knew He was going to have a divine appointment there. Nain, for someone at that moment, had no beauty whatsoever. It was a place of suffering, of loss, of despair. The mother of that young man was a widow, meaning that her husband has died and now she depended on her son for protection, provision, to keep the family line. But he died too. The Bible records that he was her only son. She was, now, totally helpless. How many of us find ourselves in similar situations? Our life should be vivid and beautiful but we find ourselves surrounded only by a story of pain and abandonment. We can’t see anything beautiful around us.

The funeral procession was leaving through the city’s gates. The gates of the cities in those times were very important places. They represented authority because there were where the elders came to relate their decisions to the people. There where the people came to request decisions concerning their causes. See examples in the story of Ruth and Absalom (Ruth 4:1-12; 2 Sa. 15:1-6). But it was through the gates that the dead young man was coming out. Today many of our young find themselves in that same position. They are losing their authority and they are dying to life. They are taking the wrong decisions and ending by losing the authority that should be theirs. They are giving this authority to drugs, alcohol, pornography, promiscuity, materialism, suicide, etc.

Can you notice what caused Jesus to revive that young man? It was not simply because he was dead (everyone dies eventually). It was not because of the crowd or because of the disciples. It was because of the young man’s mother. What was she doing? She was crying. Jesus felt compassion for her because He identified Himself with her. Just like that young man was her only son, Jesus was also God’s only Son. Just like that young man died, Jesus also had to die (for our sins). Just like that mother was crying, God would be crying and would have His heart broken by the loss of His only Son, killed because of the sins of humanity. The NIV says that Jesus’ heart went out to her. You see? Just like that woman, we need more mothers crying for their children, we need more women crying for other people’s children, we need more people manifesting themselves against death and longing for life. We need intercessors to cry for this generation that is dying and being lost. We need more people to denounce the injustices happening against children, against women, against the youth, against the environment, against the minority groups, against those unable to defend themselves.

When Jesus saw that woman crying He was moved with compassion. He stopped the procession (that was a place of authority and he had the authority), He touches the coffin and He calls the young man. And that young man sat up. We know that that was an open coffin (or stretcher) by the fact that that young man sat up. Many people, when they look to their own lives, think there is no hope. Just like a closed casket, they think there is no way to change their life story. But our lives, it doesn’t matter how dead you may feel it is, are like an open casket. This is not the end. It doesn’t have to be the end. It only takes a touch of Jesus and a Word from Him and we can get up and experience a novelty of life flowing through our being.

From the moment we experience the power of life of Jesus we have to sit up. We have to sit up with Him in the spiritual realms (Eph. 2:6); we have to sit at the places of influence; we have to sit at the places of decision; we have to sit at the feet of Jesus (Lk. 8:35; 10:39,42). Jesus knows where we came from, but He is more concerned about where we are going.

Besides sitting up, that young man started to speak. We don’t know what he spoke, but the fact is that he was dead and now he is speaking. This is what this generation needs today. From the moment they receive a touch from Jesus and listen and obey to His words this generation needs to speak up, expose their ideas, and express their convictions and their testimony. Now is not the hour to be quiet, it is the moment to speak, it’s the moment to share their testimony, it’s the moment to defend the just causes (causes that regard life as the most important).

May we be awarded with spiritual prizes for our non-violent fight for the human rights, for the right to life, for the right to express our convictions for peace and may we be able to identify ourselves with Jesus to the point of calling His attention and may His compassion stop the funeral processions in our lives and around us and generate life and changes in the present state of things. It doesn’t matter if we have a new elected president or not to rule our country.

Nobel e a Viúva

Todos devem estar cientes que neste ano de 2010 o prêmio Nobel da paz foi dado ao professor, crítico literário e ativista pelos direitos humanos Liu Xiaobo. Liu Xiaobo é chinês e foi preso em 23 de junho de 2009, sendo condenado em 25 de dezembro de 2010 a 11 anos de prisão pela sua participação na assinatura da Carta 08. A acusação contra ele é de incitar a subversão contra o poder do Estado. O que é a Carta 08? É um documento, um manifesto, assinado por intelectuais e ativistas de direitos humanos de vários níveis e profissões, além de 8 mil outras pessoas, que pede pela reforma política e a democratização da China. Este ano Liu Xiaobo foi laureado com o prêmio Nobel da paz “pela sua longa e não-violenta luta pelos direitos humanos fundamentais na China” , de acordo com o Comitê Nobel Norueguês.

Eu creio que a China vai se abrir para uma democratização e reforma política. Não acho que vai ser hoje ou amanhã, mas acredito que já está acontecendo. Na verdade, na atualidade, designar a China como um país comunista ou mesmo socialista é enganoso. Você pode verificar isto ao andar pelas ruas da China. Não existe nada de comunista ali. Na verdade você vê um capitalismo selvagem tomando conta da alma dos chineses, sem um cuidado educacional, sem limites ou ética. Os chineses tentam copiar um modelo do oeste que “aparenta” ter dado certo, sem se lembrar que houve todo um processo social, histórico, religioso, filosófico, para se chegar onde estamos hoje, e sem se dar conta que ao mesmo tempo que temos os bens de consumo, o dinheiro para adquirí-los, e o progresso e a tecnologia para processá-los, nós perdemos a nossa alma, estamos perdendo os nossos relacionamentos, estamos perdendo o mundo em que vivemos, e estamos morrendo espiritualmente. Sim, houve e ainda existe consequências pela maneira como vivemos a vida no ocidente.

Como definiríamos a China? A China hoje é uma nação nacionalista capitalista com nuances de socialismo. É nacionalista porque foi algo que o governo conseguiu incutir na população: o orgulho de ser chinês, o orgulho da China como nação, o orgulho de sua história e cultura. Antes os chineses tentavam fugir da China para escapar de um regime autoritário para nunca mais voltar. Hoje eles saem da China por alguns anos, trabalham até levantar uma pequena fortuna, e decidem retornar a China, pois não existe lugar melhor de se viver do que a China. Portanto, a China vai e está se abrindo para mudanças profundas no quadro político e governamental. Paciência é uma virtude na China. O grande exemplo de abertura política e econômica que eles não querem seguir é o da Rússia, onde o socialimo terminou de repente e o país se quebrou, sendo controlado hoje pela máfia e grandes corporações e a população está sofrendo com pobreza, corrupção, desemprego, violência, etc. Não, a China não quer isto. A abertura vai ocorrer e, talvez, isto leve 10 anos, 20 anos. Não importa. Chegaremos lá. Mas isto não quer dizer que temos que nos calar para as injustiças. Não! Nós temos que denunciá-las, de forma a erradicá-las. E temos que não apenas denunciar, mas também agir com ações de solidariedade e justiça em um movimento de amor e transformação nas diferentes áreas da sociedade.

Uma vez Jesus, junto com seus discípulos e uma multidão que os seguiam, estava indo até uma cidade chamada Naim. Ao chegar perto do portão da cidade eles encontraram uma procissão saindo da cidade: o funeral de um rapaz. Ele era o único filho de uma viúva. Quando Jesus viu a mãe do rapaz ele sentiu compaixão dela, lhe disse para não chorar, parou a procissão, e disse ao rapaz morto para se levantar. O rapaz se levantou e Jesus o entregou à sua mãe. A multidão louvava a Deus declarando que um grande profeta havia surgido em Israel e que Deus tinha vindo para salvar o seu povo. Este relato aparece em Lucas 7:11-17.

O nome Naim significa beleza, e Naim era realmente uma beleza de cidade cercada por um vale verdejante. Talvez era por isto que Jesus estava indo para ali, para apreciar as belezas naturais daquele local, tirar umas férias, descansar um pouco, ou talvez é porque ele sabia que teria um encontro divino naquele local. Para alguém Naim, naquele momento, não possuia nada de belo. Era um local de sofrimento, de perda, de desespero. A mãe daquele rapaz era uma viúva, ou seja, o seu marido já havia falecido e ela dependia agora apenas de seu filho para proteção, sustento, manter o nome da família. Mas ele morreu também. A bíblia registra que ele era o seu único filho. E agora ela estava totalmente desamparada. Quantos de nós não estamos em situações semelhantes? A nossa vida que deveria ser de vida e de beleza é apenas uma história de dor e abandono. Não conseguimos enxergar nada de belo no que nos rodeia.

O cortejo funebre estava saindo pelos portões da cidade. Os portões das cidades eram lugares importantes. Eram representativos de autoridade, pois era ali que os anciãos da cidade vinham para relatar as suas decisões. Era ali que o povo vinha para peticionar junto aos governantes por suas causas. Veja exemplos na história de Rute e Absalão (Rt. 4:1-12; 2 Sm. 15:1-6). Mas era pelos portões que que o jovem morto estava saindo. Hoje muitos de nossos jovens se encontram na mesma condição. Estão perdendo a sua autoridade e estão morrendo para a vida. Estão tomando decisões erradas e acabam por perder a autoridade que deveria ser deles. Estão entregando esta autoridade para as drogas, bebidas, pornografia, promiscuidade, consumismo, suicídio, etc.

Você consegue perceber o que levou Jesus a reviver aquele rapaz? Não foi porque ele estava morto (todos morrem eventualmente). Não foi por causa da multidão. Não foi por causa dos discípulos. Foi por causa da mãe do rapaz. O que ela estava fazendo? Ela estava chorando. Jesus sentiu compaixão por que Ele se identificou com ela. Assim como aquele rapaz era o seu único filho, Jesus também era e é o único Filho de Deus. Assim como aquele rapaz morreu Jesus também teria que morrer (por nossos pecados). Assim como aquela mãe estava chorando, Deus também choraria e teria o seu coração partido pela perda de Seu único Filho, morto por causa do pecado da humanidade. Na versão NVI em inglês diz que o coração de Jesus foi para ela. Você vê, assim como aquela mulher, nós precisamos de mais mães chorando pelos seus filhos, precisamos de mais mulheres chorando pelos filhos dos outros, precisamos de mais pessoas se manifestando contra a morte e ansiando pela vida. Precisamos de intercessores que chorem por esta geração que está morrendo e se perdendo. Precisamos de pessoas que denunciem as injustiças que estão ocorrendo no mundo contra as crianças, contra as mulheres, contra os jovens, contra o meio-ambiente, contra os grupos minoritários, contra aqueles incapazes de se defenderem.

Quando Jesus viu aquela mulher chorando, ele foi movido de compaixão. Ele parou a procissão (aquele era um lugar de autoridade e Ele tinha a autoridade), Ele toca o caixão e Ele chama aquele rapaz. E aquele rapaz se assenta. Sabemos que aquele era uma caixão (ou maca) aberto pelo fato de que o rapaz se assentou. Muitos pessoas quando olham para as suas vidas acham que não existe mais esperança. É como se fosse um caixão fechado, não tem como mudar a história de suas vidas. Mas nossas vidas, na verdade, por mais morta que possamos sentir que estejam, está dentro de uma caixão aberto. Não é o fim. Não precisa ser o fim. Basta um toque de Jesus e uma palavra dEle e podemos nos levantar e experimentar uma novidade de vida fluindo em nosso ser.

A partir do momento que experimentamos o poder de vida de Jesus, nós também temos que nos assentar. Temos que nos assentar com Ele nas regiões celestiais (Ef. 2:6); temos que nos assentar nos locais de influência; temos que nos assentar nos locais de decisão, temos que nos assentar aos pés de Jesus (Lc. 8:35; 10:39,42). Jesus sabe de onde viemos, mas Ele está mais preocupado para onde vamos.

Além de sentar, aquele rapaz começou a falar. Não sabemos o que ele falou, mas o fato é que ele estava morto e agora ele está falando. Isto é o que esta geração de hoje precisa. A partir do momento que recebem um toque de Jesus e ouvem e obedecem as suas palavras esta geração precisa falar, expor as suas opiniões, expressar as suas convicções e seu testemunho. Agora não é mais hora de se calar, é o momento de falar, é o momento de compartilhar o seu testemunho, é o momento de defender as causas justas (aquelas que defendem a vida).

Que possamos ser laureados com prêmios espirituais pela nossa luta não-violenta pelos direitos humanos, pelo direito à vida, pelo direito de expressar nossas convicções em prol da paz e que possamos nos identificar com Jesus ao ponto de chamar a Sua atenção e que a Sua compaixão possa parar as procissões funerárias em nossas vidas e ao redor de nós e gerar vida e mudanças no estado atual das coisas. Com presidente recém eleito ou sem.

The Way to Perfection

Mt. 5:48
God is perfect.

II Sa. 22:31; Ro. 12:2
The way (the purposes, the will, the plans) of God is perfect.

Dt. 18:13; Ge. 17:1
God demands perfection.

Heb. 7:28
Jesus was made perfect and we can be too.

Heb. 7:11
Human traditions can’t perfect us.

Heb. 7:19
The law can’t perfect us.

Hb. 9:9
Gifts and sacrifices can’t perfect us.

Ps. 119:96
Perfection has limits (a conclusion).

Php. 3:12
We are not perfect and we must press to achieve perfection.

I Co. 13:10
In our search for perfection we can only see things from our limited perspectives; the Lord will give an end to the partial perspectives and will bring whole and absolute truth.

Mt. 5:48
Our perfection (or search for perfection) must be a reflection of God’s perfection.

Job 10:18
Perfection begins in God.

Ps. 18:32
God is active in our process for perfection.

Heb. 6:1
The way to perfection: to abandon the elementary teachings of faith, replacing them for more solid food with practical application for our daily spiritual lives.

Mt. 19:21
The way to perfection: letting go of that (things and people) which prevent us of following Jesus.

Dt. 18:13
The way to perfection: holiness.

Ge. 17:1
The way to perfection: perfection is related to the walking in God’s presence.

Jn. 17:23
The way to perfection: unity transmitted by Jesus’ glory.

Heb. 2:10
The way to perfection: Jesus was perfected by suffering.

Heb. 5:9
The way to perfection: Jesus was perfected by obedience.

1 Jn. 2:5
The way to perfection: keeping the Word perfects God’s love in us.

Eph. 4:11-13
The way to perfection: the exercise of ministerial gifts perfect us to the fulfillment of ministry, full knowledge of Jesus, unity in the faith, stature of the perfection of Christ, and the building up of the Body.

Jas. 3:2
The way to perfection: to control the tongue and, consequently, the body leads to perfection.

Eph. 4:13
God’s aim is that we get to reach the stature of the perfection of Christ.

Php. 3:14,15
The perfect ones must have the attitude of pressing to the goal, the prize of the sovereign calling of God.

Heb. 13:21
The purpose of perfection is for us to accomplish God’s will.

Eze. 28:15
Sin destroys perfection.

What have I learnt?

· God has a plan for my life, what we normally call “the will of God” which is good, perfect and pleasing, and for us to accomplish this plan we have to be perfected daily in our spiritual journey. He expects that much because He is perfect and so can we be.

· In our limitation we can’t fulfill God’s will because our vision is limited and partial, but as we seek His presence, our vision gets clearer, and this adds to our walking towards perfection.

· Perfection can’t be reached on our own strength; it has to begin in God and be held by God. God gives the resources for us to achieve this maturity.

· Sin prevents us of reaching out to perfection.

Tuesday, November 2, 2010

O Caminho Para a Perfeição

Mt. 5:48
Deus é perfeito.

II Sm. 22:31; Rm. 12:2
O caminho (os propósitos, a vontade, os planos) de Deus é perfeito.

Dt. 18:13; Gn. 17:1
Deus exige a perfeição.

Hb. 7:28
Jesus foi tornado perfeito e nós também podemos sê-lo.

Hb. 7:11
Tradições humanas não aperfeiçoam.

Hb. 7:19
A lei não aperfeiçoa.

Hb. 9:9
Dons e sacrifícios não aperfeiçoam.

Sl. 119:96
A perfeição tem limites (uma conclusão).

Fl. 3:12
Não somos perfeitos e devemos prosseguir para alcançar a perfeição.

I Co. 13:10
Na nossa busca por perfeição só vemos as coisas a partir de nossas perspectivas limitadas; o Senhor acabará com as perspectivas parciais e trará a verdade integral e absoluta.

Mt. 5:48
A nossa perfeição (ou busca da perfeição) deve ser um reflexo da perfeição de Deus.

Jó 10:18
A perfeição se inicia em Deus.

Sl. 18:32
Deus está ativo no nosso aperfeiçoamento.

Hb. 6:1
O caminho da perfeição: sair dos princípios elementares da fé para alimentos mais sólidos com aplicação prática na nossa vida espiritual diária.

Mt. 19:21
O caminho para a perfeição: desprendimento daquilo(coisas e pessoas) que nos impedem de seguir a Jesus.

Dt. 18:13
O caminho para a perfeição: santidade.

Gn. 17:1
O caminho para a perfeição: a perfeição está vinculado a um andar na presença de Deus.

Jo. 17:23
O caminho para a perfeição: unidade transmitida pela glória de Cristo.

Hb. 2:10
O caminho para a perfeição: Jesus foi aperfeiçoado pelo sofrimento.

Hb. 5:9
O caminho para a perfeição: Jesus foi aperfeiçoado pela obediência.

1 Jo. 2:5
O caminho para a perfeição: guardar a palavra aperfeiçoa o amor de Deus em nós.

Ef. 4:11,12
O caminho para a perfeição: o desempenho dos dons ministeriais nos aperfeiçoam para o desempenho do ministério, conhecimento total de Jesus, unidade da fé, estatura de varão perfeito e edificação do Corpo.

Tg. 3:2
O caminho para a perfeição: o controle da língua e, por conseguinte, do corpo nos leva à perfeição.

Ef. 4:13
O alvo de Deus é que cheguemos à estatura de varão perfeito.

Fl. 3:15
Os perfeitos devem ter o sentimento de prosseguir para o alvo, o prêmio do chamado soberano de Deus.

Hb. 13:21
A razão da perfeição é para cumprirmos a vontade de Deus.

Ez. 28:15
O pecado destrói a perfeição.

O que eu aprendi ?

· Deus tem um plano para minha vida, o que normalmente denominamos “a vontade de Deus” que é boa, perfeita e agradável, e para podermos realizar este plano temos que estar sendo aperfeiçoados diariamente na nossa jornada espiritual. Ele espera isto porque ele é perfeito e nós também podemos ser.

· Na nossa limitação não podemos realizar a vontade de Deus porque a nossa visão é limitada e parcial, mas na medida que buscamos a presença dele, a nossa visão deixa de ser nublada para ser mais clara, e isto adiciona mais à nossa caminhada rumo ao aperfeiçoamento.

· O aperfeiçoamento não pode ser alcançado na nossa própria força, ele tem que ser iniciado em Deus e deve ser sustentado por Deus. Deus fornece recursos para que alcancemos esta maturidade.

· O pecado nos impede de alcançarmos a perfeição.

Monday, October 18, 2010

Relevant Observations for Different Levels of Spiritual Maturity - 1 John 2:12-14

After explaining about the life of fellowship with the Father and with Jesus, and about the way to salvation and the fruit such way should show (love), the passage leads us to see who are the people this salvation is addressed to and how this develops in their lives as they grow in faith. The little children (babies in faith), the young men (those with some experience in the faith and an attitude of servant), and the fathers (those with more experience in the faith that, as pastors, leaders, advicers and elders, help other people to grow in faith).

According to verse 12 and 14, what happened to the little children (new believer)?
How are defined the young men (intermediate state of maturity) on verses 13 and 14?
How are described the fathers (spiritually matured) on verses 13 and 14?

Application:
1-When entering the Christian life through salvation, we have by faith to take over our new identity as children of God, and start our relationship of fellowship with God and His Son Jesus.
2-As we grow in fellowship and in our new identity we are strengthened against the devil's schemes (Eph. 6:11), we need to stand firm in Christ in the same way He is in us, taking possession of the authority He gives us to take hold of His victory at the cross over Satan as our own victory (Rev. 12:11)
3-In the maturing of our knowledge of Christ, in a practical way, developing fellowship with Him, we have to share this knowledge to others so that they can also reach out to this fellowship with Him.

Conclusion
Studying this first part of 1 John (1:1 to 2:14) we see that Christian life is a process when Jesus revealed himself so that we could have fellowship with Him, with the Father and with one another. For this to happen we have to walk in the light of a holy living according to the Word. When we sin we can feel safe knowing that Jesus who died in our place, delivering us from God's wrath and making us innocent, wants us to have a practical knowledge of Him and this can only come from a personal experience with Jesus that leads us to practice the commandment to love one another. Little by little we can find what is the level of spiritual maturity we are at.

Observações Relevantes Para Diferentes Níveis de Maturidade Espiritual - 1 João 2:12-14

Após esclarecer sobre a vida de comunhão com o Pai e com Jesus, e sobre o caminho da salvação e o fruto que tal vida deve demonstrar, que é o amor, o texto nos leva a ver quais são as pessoas a quem esta salvação é destinada e como isto se desenvolve na vida delas à medida que elas vão crescendo na fé. Os filhinhos (ou bebês na fé), os jovens (aqueles com mais experiência na fé e com uma atitude de servo), e os pais (aqueles com mais experiência na fé que, como pastores ou líderes, ajudam outros a também crescerem na fé).

De acordo com os versos 12 e 14 o que aconteceu com os filhinhos (novos convertidos)?
Como são definidos os jovens (estado intermediá rio de maturidade) nos versos 13 e 14?
Como são descritos os pais (maturidade espiritual) nos versos 13 e 14?

Aplicação:
1-Ao entrar na vida cristã através da salvação, temos que assumir, pela fé, a nossa nova identidade como filhos de Deus, e dar início ao relacionamento de comunhão com Deus e seu filho Jesus.
2-Na medida que vamos crescendo na comunhão e em nossa nova identidade, vamos ficando fortalecidos contra as astutas ciladas do diabo (Ef. 6:11), tendo que permanecer em Cristo, do mesmo modo que Ele permanece em nós, e tomando posse da autoridade, que ele nos outorga, para assumirmos sua vitória na cruz sobre Satanás como sendo a nossa própria vitória (Ap. 12:11).
3-No amadurecimento do nosso conhecimento de Cristo, de modo prático, desenvolvendo a comunhão com Ele, temos que, então, infundir este conhecimento a outros para que estes também possam chegar à comunhão com Ele (papel de líder, conselheiro ou pastor).

Conclusão
Estudando esta primeira parte de 1 João (de 1:1 a 2:14) vemos que a vida cristã é um processo em que Jesus se revelou para que pudéssemos ter comunhão com ele, com Deus e uns com os outros. Para isto temos que andar na luz de um viver santo de acordo com a Palavra. Quando pecamos podemos estar seguro de que Jesus que morreu em nosso lugar, nos livrando da ira de Deus e nos tornando inocentes, quer que tenhamos um conhecimento prático dele que vem da experiência pessoal com Jesus e nos leva a praticar o mandamento do amar um ao outro. Aos poucos podemos ver em qual nível de maturidade espiritual estamos.

Sunday, October 17, 2010

A New Old Commandment - 1 John 2:7-11

Christian life is a life composed of fellowship with the Father and the Son, and because of that we grow spiritually, perfecting God's love in our lives, so we can live as Jesus lived: reflecting a life of love towards our neighbor.

John talks about an old commandment. Which one? Read Leviticus 19:18.
But he also says it is a new commandment. How?
What does mean "darkness is passing away"?
What are the characteristics of someone who loves his brother, according to verse 10?
What are the characteristics of someone who hates his brother, according to verses 9 and 11?

Application:
1-To seek regeneration through the new birth, so we can try the new life in Jesus;
2-To live a life based on the Word, through the meditation and study of the Bible;
3-To live a practical gospel and not a theoretical one;
4-To possess an attitude of blessing giver instead of blessing seeker.

Um Novo Mandamento Antigo - 1 João 2:7-11

A vida cristã é uma vida composta de comunhão com o Pai e com o Filho, sendo que com isto nós crescemos espiritualmente, aperfeiçoando o amor de Deus nas nossas vidas, para poder viver como Jesus viveu, ou seja, refletindo uma vida de amor pelo próximo.

João fala de um mandamento antigo. Qual? Leia Levítico 19:18
Mas ele também fala que ele é novo. Como?
O que significa que as trevas estão se dissipando?
Quais as caracterí sticas de quem ama o seu irmão de acordo com o verso 10?
Quais as características de quem odeia o seu irmão de acordo com os versos 9 e 11?

Aplicação:
1-Buscar regeneração através do novo nascimento, então poderá experimentar vida nova em Jesus
2-Possuir uma vida baseada na Palavra, através da meditação e estudo da Bíblia.
3-Viver um evangelho prático e não teórico.
4-Procurar ter uma atitude de abençoador em vez de buscador de bençãos.

Saturday, October 16, 2010

The Process to Know Jesus - 1 John 2:1-6

The first chapter talks about John's desire for us to have fellowship with the Father and Jesus. As we saw in 1 Jo. 1:5-10, for us to have fellowship with the Father we have to walk in the light as He is in the light. In this passage we are going to see how to have fellowship with Jesus.

Why did John write these things?
What happen if we sin?
How does Christ deal with our sins? Only ours?
Propitiation means that Jesus appeased God's wrath against sin through His sacrifice at the cross turning us to be innocent.
Verse 4 talks about a kind of knowledge of God who doesn't leads to fellowship with God. Why?
According to verses 3,5,6 what do we need to know Jesus?

Application:
1-We'll know Jesus if we study the Word, fill ourselves with the Holy Spirit, practice the Word for our growth, and acquire knowledge that comes from a personal experience with God.

O Processo Para Conhecer a Jesus - 1 João 2:1-6

O primeiro capítulo nos fala do desejo de João que tenhamos comunhão com o Pai e com Jesus. Como vimos em 1 Jo. 1:5-10, para ter comunhão com o Pai nós temos que andar na luz como ele está na luz, confessar nossos pecados. Neste trecho aqui, nós vamos ver como ter comunhão com Jesus.

Por que João escreveu estas coisas?
O que acontece se pecarmos?
Como Cristo lida com os nossos pecados? Só os nossos?
Propiciação significa que Jesus apaziguou a ira de Deus contra o pecado através do sacrifício na cruz nos fazendo inocentes.
No verso 4 fala de um tipo de conhecimento de Deus que não leva à comunhão com Deus. Por que?
De acordo com os versos 3,5,6 o que precisamos para conhecer a Jesus?

Aplicação:
1-Vamos conhecer a Jesus se estudarmos a Palavra, nos enchermos do Espírito, praticarmos a palavra pra crescermos, e adquirirmos conhecimento que vem da experiência pessoal com Deus.

Friday, October 15, 2010

Walking in the light: the practice of truth - 1 John 1:5-10

John's goal was to testify about the Word of Life who was divine, became human, revealed himself so that we could have fellowship with Him, with the Father and with one another, then our joy would be complete. He came with a message and it's from it that our life of relationship with God is grounded.

What is the message given by Jesus to be announced?
In the message there is a strong contrast (two opposites). What's it?
What do you think about when you read about light and darkness?
What are the false affirmatives about fellowship with God(1 John 1:6,8,10)? What causes them?
What happens if we walk in the light?
If we sin, what do I have to do to deal with sin? What does God do when we confess our sins?

Application:
1-Living in darkness we can't have fellowship with God, so we have to confess our sins to become holy and innocent before God who is light, and keep on practicing the Word of God.

Andar na luz: a prática da verdade - 1 João 1:5-10

O objetivo de João era testificar do Verbo da Vida (Jesus) que era divino, se tornou humano, se revelou para que pudéssemos ter comunhão com ele, com o Pai, e uns com os outros, para que a nossa alegria fosse completa. Ele veio com uma mensagem e é dela que nossa vida de relacionamento com Deus se fundamenta.

Qual é a mensagem dada por Jesus para ser anunciada?
Na mensagem há um contraste (dois opostos) forte. Qual é ?
O que você lembra quando lê sobre luz e trevas?
Quais são as afirmações falsas sobre a comunhão com Deus (1 João 1:6,8,10)? O que as causa?
O que acontece se andamos na luz?
Se pecar, o que eu tenho que fazer para lidar com o pecado? O que Deus faz quando confessamos os nossos pecados?

Aplicação:
1-Ao viver em trevas não podemos ter comunhão com Deus, então temos que confessar os pecados pra estarmos santos e inocentes diante de Deus, que é luz, e praticar a Palavra de Deus.

Thursday, October 14, 2010

A Testimony That Generates Fellowship - 1 John 1:1-4

We can have a healthy relationship with the brothers and sister in Christ only when we keep a relationship of intimacy with the Father; and one of our life's goals should be to testify about this relationship, thus reaching the divine purpose of fellowship.

What can you learn about Jesus' divinity and humanity from verses 1 and 2?
What is the reason behind the annunciation of the "Word of Life" (verse 3)?
John's testimony was based on what kind of experience? Theory?
The apostles' fellowship was with whom?
The brothers' fellowship was a result of what?

Application:
1-Faith in Christ by who He is and not by what we think He is;
2-To witness about what God has done in our lives;
3-To seek a relationship of fellowship with God and Jesus;
4-To seek a relationship of fellowship with the body of Christ based on our relationship with God and Jesus, and by faith on what Jesus did and has done for us.

O Testemunho Que Gera Comunhão - 1 João 1:1-4

Quando mantemos um relacionamento de intimidade com o Pai é que poderemos ter relacionamentos sadios com os irmãos, e o testificar deste relacionamento deve ser um dos nossos objetivos de vida, para alcançar o propósito divino da comunhão.

O que você pode aprender sobre a divindade e humanidade de Jesus nos versos 1 e 2?
Qual é a razão de anunciar o “Verbo da Vida” (verso 3)?
O testemunho de João era baseado em que tipo de experiência? Teórica?
Com quem os apóstolos tinham comunhão?
A comunhão dos irmãos é resultado do que?

Aplicação:
1-Fé em Cristo pelo que Ele é e não pelo que achamos que Ele é ;
2-Testemunhar do que Deus tem feito em nossa vida;
3-Buscar um relacionamento de comunhã o com Deus e Jesus;
4-Buscar um relacionamento de comunhã o com os irmãos baseado no nosso relacionamento com Deus e Jesus, e na fé do que Jesus fez e tem feito por nó s.